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Extensões Museológicas

  • Moinhos Vivos / BIOSANI

    O Museu Municipal realiza visitas guiadas ao Centro «Moinhos Vivos», da Biosani, empresa privada proprietária e gestora de dois moinhos na Serra do Louro, nos quais ainda são praticados procedimentos artesanais de moagem de cereal, embora o processo de panificação já esteja modernizado.

    Um protocolo entre a autarquia e a empresa permite que, ao público escolar do concelho em visita organizada ao local, através do Museu Municipal, não seja cobrado ingresso (a autarquia assume estes custos).

    O Serviço Educativo do MM criou uma maleta pedagógica que permite, em aula, a exploração do tema-alvo da visita, quer como motivação para a mesma, quer como meio de consolidação de conhecimentos.

  • Espaço Fortuna Artes e Ofícios / ADREPAL

    O Espaço Fortuna é o local onde os ofícios de as artes se encontram. Aqui, a olaria e a pintura de azulejo são atividades permanentes. Por meio do protocolo celebrado com o Museu Municipal, o público escolar do concelho, em visita organizada, terá a possibilidade de manusear o barro ou de pintar azulejos que, após cozedura, serão devolvidos às escolas.
    Dada a importância do património azulejar no concelho, e no país, o Serviço Educativo criou uma maleta Pedagógica «Arte2» que, em 2015, recebeu o prémio Ação Pedagógica do Projeto SOS Azulejo.

    O público escolar do concelho, em visita organizada ao local através do Museu Municipal, não paga ingresso. Este público pode também ter acesso ao manuseamento do barro e a ateliers de pintura de azulejo que, após cozedura, serão devolvidos às escolas.


  • Núcleo Museológico da Malária / Museu da Saúde

    Inaugurado a 6 de agosto de 2009 em Águas de Moura, nas instalações do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (CEVDI-INSA), o 1.º pólo físico do Museu da Saúde, dedicado à erradicação da Malária em Portugal.

    Os trabalhos de investigação para erradicação daquela doença em Portugal, nos anos 50 do séc. XX, decorreram maioritariamente em Águas de Moura sob a direção do malariologista de renome internacional Francisco Cambournac (1903 -1994), no então denominado Instituto de Malariologia (IM).

    O acervo laboratorial, entomológico e documental do antigo IM tem sido inventariado e estudado pelo Museu Municipal de Palmela, responsável pela conceção da exposição temporária realizada em 2001 «Memórias do Instituto de Malariologia de Águas de Moura – da luta anti-palúdica ao museu» e pela de longa duração, reaberta ao público em junho de 2015, após um curto período de encerramento, com vista à itinerância das peças por Lisboa e ao aprofundamento do conhecimento e requalificação do espaço.

    Além da Malária - que já não é estudada em Águas de Moura -, outras doenças de transmissão vetorial com impacto em saúde pública e atualmente investigadas no centro, poderão vir a ser alvo de um tratamento expositivo análogo, na perspetiva da divulgação científica e Educação para a Saúde.
    O protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal e o INSA, permite que o público do concelho, em visita organizada, não pague entrada.

  • Museu do Ovelheiro / ARCOLSA

    Em 2008, o Museu Municipal foi convidado pela Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida (ARCOLSA), a colaborar na criação de um novo espaço expositivo dedicado à temática da ovinicultura, em S. Gonçalo, Cabanas, local onde se realiza o «Festival do Queijo, Pão e Vinho».
    A exposição «Entre o Céu e a Terra», patente neste espaço, tem como objetivo contribuir para o conhecimento e salvaguarda do aparato simbólico e funcional que compõe a atividade do Maneio das ovelhas e, no culminar do ciclo, da produção do Queijo de Azeitão.
    Para além da exposição é possível, aos visitantes, confecionarem queijo e observarem a tosquia das ovelhas (se a visita decorrer no calendário pastoril destas atividades).
    O protocolo, estabelecido entre a Câmara Municipal e a Associação permite que o público do concelho, em visita organizada, não pague ingresso, sendo a verba assumida pela autarquia.

  • Quinta Pedagógica Caramela - Fundação COI

    Celebrado em 2010, o protocolo entre ao Museu Municipal e a Fundação COI permite a exploração pedagógica da Quinta da Casa Caramela. Este é um espaço pedagógico situado na Palhota, onde cada visitante tem a oportunidade de sentir o quotidiano do mundo rural através da exploração de uma casa de tipologia caramela e da própria quinta.

    Durante a visita será possível recriar diversas experiências, tais como a agricultura e o tratamento dos animais (a quinta dispõe de burros, ovelhas, galinhas, patos, coelhos...). Para além desta componente tradicional, as questões ambientais são também abordadas por meio da sensibilização para a importância das energias renováveis e do não desperdício de recursos.
    O protocolo, estabelecido entre a Câmara Municipal e a Associação permite que o público do concelho, em visita organizada, não pague ingresso, sendo a verba assumida pela autarquia.

    www.fundacao-coi.pt

  • Quinta Pedagógica de S. Paulo / AMRS

    imagemA Quinta Pedagógica de S. Paulo / AMRS nasceu com o objetivo de ser um veículo transmissor de conhecimento e também um espaço de experimentação e reflexão; local de eleição para conhecer e estudar o trabalho rural, a cultura da região e as suas técnicas agropecuárias. A AMRS, em articulação com o Museu Municipal, fomenta visitas gratuitas a este espaço à comunidade educativa do concelho.

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