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2016

  • DESTAQUE... 2016 - DESCOBRIR O CONCELHO E AUTORES LOCAIS


    DEZEMBRO – Conto de Natal – história por Alexandrina Pereira e ilustrações Cristiana Madeira

     

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    A história:
    O livro “Um Conto de Natal” nasce de uma proposta que a autora fez, como apoio à Loja Social de Aires que recebe e distribui roupas e brinquedos pelas famílias mais carenciadas no concelho de Palmela.
    Proposta aceite, seguiu-se com o projecto e o livro “nasceu”.

    Uma menina (Cristiana), foi convidada para o ilustrar, e nele conta-se uma história onde o sonho mora, como deve morar SEMPRE no coração de todos nós. Estávamos no Natal, e a época propícia mais solidariedade o que fez com que fosse bem aceite pela comunidade tendo a sua venda revertido totalmente para a Loja.

    A autora:

    Escreve porque: “Quando escrevo poemas “de intervenção social” manifesto através deles a minha mágoa por vivermos num mundo tão desigual.
    Quando escrevo para crianças motiva-me principalmente o prazer de ir envelhecendo “dentro” de um mundo que só pertence às crianças; um mundo puro e ingénuo que deveria perdurar no tempo”.

    Alexandrina Pereira nasceu em Setúbal e reside em Palmela há 35 anos. Apesar de ter formação profissional na área dos números (Contabilidade), são as letras que desde sempre a fascinam. Porque os seus dois filhos estudavam música, escreve letras infantis para as festas de audição da escola. A convite do professor/compositor concorrem ambos a Festivais da Canção Infantil que acontecem por todo o país e inicia-se assim um percurso de 12 anos durante os quais arrecada 110 prémios de Melhor Letra e outros tantos de Vencedora Absoluta. Por duas vezes as suas canções representaram Portugal no Festival Internacional Sequin D’Oro em Itália. Tem 10 livros publicados, sendo quatro de poesia Infantil. Em 2008 é distinguida com a Medalha de Honra da cidade de Setúbal na área Cultural e em 2010 recebe a Medalha Municipal de Mérito do Município de Palmela e no mesmo ano a Medalha de Honra da Academia de Letras de Poços de Caldas no Brasil. Actualmente desempenha as funções de presidente da Associação Casa da Poesia de Setúbal e da Associação Cultural Sebastião da Gama.

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    NOVEMBRO - “Consegues ouvir a voz da Maria Ofélia?” - Câmara Municipal de Palmela - Museu Municipal e Gabinete da Participação

     

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    “Consegues ouvir a voz da Maria Ofélia?” faz parte da Maleta Pedagógica «Poder Local. Eu conheço! Eu Participo!», criada para dar a informação às crianças e jovens (e aos “graúdos” que por ali se aventuram) sobre o que é e como funciona o Poder Local e como podem elas exercer o seu direito de participação, “Agentes Eu Participo” contribuindo para a construção coletiva deste território, tomando como referência a Convenção sobre os Direitos da Criança.

    Dia 20 de novembro é uma data a não esquecer - comemora-se o aniversário da Convenção dos Direitos da Criança.

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    Maria Ofélia é uma personagem fictícia que nos permite viajar através do tempo. Um tempo de silêncios, onde a voz era privilégio de alguns.

    Mas porque a liberdade de expressão e de opinião é um direito de todo o ser humano, em Abril de 1975, finalmente, Ofélia ganhou consciência do poder da sua voz e passou a expressá-la. Partindo do território de Palmela, numa descrição fugaz da sua história, e associando outras informações sobre a nossa democracia e como ela se espelha em também em outros contextos (como as escolas, associações, …), esta publicação traz à discussão o direito de cada cidadão e cidadã manifestar a sua opinião na construção de um território. 

    As autoras


    Teresa Sampaio nasceu em Setúbal, em 1976.

    Licenciada em Antropologia e com Mestrado em «Patrimónios e Identidades», pelo ISCTE. Trabalha no Museu Municipal de Palmela, onde desenvolve investigação sobre diversos temas no âmbito do Património Cultural; produz exposições e publicações e concebe e dinamiza atividades no âmbito do Serviço Educativo. A avó chamava-se: Maria Ofélia.

    Cristina Correia nasceu em Queluz, em 1972.

    O seu percurso académico desenvolveu-se entre Lisboa, Portalegre e Porto, com a Licenciatura e Mestrado em Ciências da Educação. Desde 1998, desenvolve a sua ação profissional na Câmara Municipal de Palmela nas áreas da educação, desenvolvimento local e animação socioeducativa com crianças e jovens. Atualmente, no Gabinete de Participação e Cidadania, é responsável pelo Projeto “Eu Participo” e pela implementação do Plano Municipal de Promoção da Participação Infantil e Juvenil.

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    OUTUBRO - Maleta pedagógica "Crescer saudável"

    Crescer saudável com o nosso Património, nasceu da vontade do Museu Municipal contribuir para uma das problemáticas assinaladas nas últimas décadas: a alimentação.

     

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    A partir dos conhecimentos que vai adquirindo, fruto das investigações que realiza - sobretudo no que diz respeito ao trabalho da terra - compilou informação e adaptou-a ao público infantil e juvenil, convertendo-a em matéria que pode ser consultada e trabalhada na sala de aula, entre professores e alunos.
    Este recurso pedagógico, para além de sublinhar a qualidade dos produtos produzidos localmente, aborda a importância dos ciclos agrícolas na regulação de parte da atividade humana.

     

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    As autoras

    Cristina Prata nasceu «nas Cabanas», gente de boa cepa, talvez por isso se tenha dedicado às coisas do vinho. Formou-se em História, embora a memória não seja o seu forte. Dizem que passa a vida a perder tudo! Ah, também pinta, por influência da mãe que sempre lhe disse que o seu forte era «trabalhar para o boneco».
    Formada em História, via Educação, (1997), faz pos-graduação em Museologia e Património (2000) e Mestrado em História Local e Regional (2012). Trabalha no Museu Municipal de Palmela desde 2000, onde integra uma equipa determinada a dar a conhecer e a valorizar a História e o Património Local. Com os colegas concebe, constrói, escreve, desenha, pinta e sonha.
    Vive em Timor-Leste desde 2012, onde participa em projectos de recolha e salvaguarda de Fontes Orais. Na actualidade trabalha no Arquivo Nacional de Timor-Leste.
    É mãe da Carolina e do Simão.
    Tem muitas saudades de Palmela e, em breve, regressará à «terra»!

    Maria Teresa Rosendo nasceu em Setúbal, em 1966. Sempre gostou muito de andar na escola e de estudar e, no 7.º ano de escolaridade, decidiu licenciar-se em História, o que fez entre 1984-88. Viveu em Luanda durante a Guerra Colonial, facto que a marcou. Em 1987, por mero acaso, descobriu que existia uma área de trabalho da Câmara Municipal de Palmela no Pinhal Novo: os Serviços Socioculturais. Aí, trabalhou três anos nas áreas da Educação e do Museu Municipal, o que a marcou decisivamente a sua vida profissional, no que concerne a metodologias de trabalho em equipa.
    Profissionalizou-se em Ensino da História, e leccionou vários anos em Portugal e em França.
    É pós-graduada em Museologia e em Administração e Desenvolvimento Local e Regional. Tem também formação em Bibliotecas, Arquivos e Documentação.
    Foi Chefe de Divisão de Património Cultural no município de Palmela, entre 2000 e 2013, área que coordena desde 2014. No Museu Municipal, desenvolve acções de investigação, museologia/museografia e supervisão de serviço educativo, dedicando – do ponto de vista da investigação – particular interesse à História da Erradicação da Malária em Portugal, a partir do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura, à história dos Caminhos de Ferro e à vida de Hermenegildo Capelo, além da gestão e investigação de alguns imóveis do Património Histórico Edificado do concelho de Palmela.
    Aliar viagem, educação, leitura e museus/património(s), de forma entrecruzada, continua a ser interesse maior no seu percurso profissional.

    Sandra Abreu (Silva) nasceu em Alhos Vedros, em 1977, num dia solarengo de Outono. Adora os tons dourados da natureza, sendo esta a sua estação do ano favorita. Em pequena dizia que seria professora primária porque se sentia feliz na escola. Fazer amigos, conhecer novas pessoas, aprender diariamente e abraçar desafios são estímulos positivos para abraçar a vida com um sorriso.
    Curiosa, adepta de viagens e itinerância, adora saber sempre mais e abraçar novos desafios. Licenciou-se em Animação Sociocultural e frequentou o mestrado em Gestão Cultural na Universidade Livre de Bruxelas. Já viveu na Bélgica, na Alemanha e em Inglaterra. Mas é em Palmela que está verdadeiramente em casa. São as coisas mais simples que a fazem sorrir. Continua apaixonada pelo contexto escolar porque acredita que é na escola que se abrem as primeiras janelas para olhar o mundo.
    Gosta de inspirar pessoas. Adora o mar, a serra e o céu azul de Portugal.

    Teresa Sampaio nasceu em Setúbal, em 1976. Licenciada em Antropologia e com Mestrado em «Patrimónios e Identidades», pelo ISCTE. Trabalha no Museu Municipal de Palmela onde desenvolve investigação sobre diversos temas no âmbito do Património Cultural; produz exposições e publicações e concebe e dinamiza atividades no âmbito do Serviço Educativo. Gosta do pulsar do solo que pisa, que nos privilegia com produtos saudáveis e que, ao longo dos tempos, determinou diferentes modos de saber e de fazer ….

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    SETEMBRO - O cotão Simão – história de Ana Rita Faustino e ilustrações de Aurélie de Sousa

     

    Uma história infantil, profundamente emotiva, sobre amizade e solidão, sobre reconstrução e proximidade.

     

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    A história:

    Fazer amigos num novo ambiente não é uma tarefa fácil para muitas crianças. O pequeno Jaime chega a uma nova casa e a um novo lugar, perdendo grande parte das suas referências: a cidade, o prédio, a escola e, especialmente, os amigos. Ali, numa nova vida, Jaime tem dificuldade em recomeçar… e atar novos laços de amizade.

    “O Cotão Simão” (Porto Editora, 2014) foi o livro vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian 2013.

     

    A autora:


    Ana Rita R. Faustino nasceu em Setúbal, em 1988. Licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas, variante de Estudos Ingleses e Alemães pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, frequentou também diversas unidades curriculares na área de Estudos Portugueses. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e do Goethe Institut.
    Em 2011 obteve o grau de Mestre em Ensino de Inglês e de Alemão, na mesma faculdade, com a dissertação intitulada A componente (inter)cultural na produção de texto escrito no ensino-aprendizagem da língua estrangeira. No âmbito do mestrado, realizou a prática de ensino supervisionada na Escola Alemã de Lisboa.
    Atualmente, é professora, lecionando inglês e alemão a crianças, jovens e adultos e, ao mesmo tempo, doutoranda em Linguística e Ensino de Língua, na FCSH.

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    AGOSTO - Pé ante pé... descobre o que a vila é

    O guia «Pé ante pé… descobre o que a vila é», nasceu da vontade de revelar o Centro Histórico de Palmela, como o Museu o conhece.

     

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    Resultou numa publicação que soma informação histórica e testemunhos de quem cá vive e recorda outros tempos.

    Porque as pedras, as telhas e a cal, são também um repositório do imaterial que as habitaram ao longo dos tempos, este guia pretende, de forma simples e apelativa, permitir a descoberta deste património para que se arrebatem por ele, como nós.

     

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    As Autoras

    Cristina Prata nasceu «nas Cabanas», gente de boa cepa, talvez por isso se tenha dedicado às coisas do vinho. Formou-se em História, embora a memória não seja o seu forte. Dizem que passa a vida a perder tudo! Ah, também pinta, por influência da mãe que sempre lhe disse que o seu forte era «trabalhar para o boneco».
    Formada em História, via Educação, (1997), faz pos-graduação em Museologia e Património (2000) e Mestrado em História Local e Regional (2012). Trabalha no Museu Municipal de Palmela desde 2000, onde integra uma equipa determinada a dar a conhecer e a valorizar a História e o Património Local. Com os colegas concebe, constrói, escreve, desenha, pinta e sonha.
    Vive em Timor-Leste desde 2012, onde participa em projectos de recolha e salvaguarda de Fontes Orais. Na actualidade trabalha no Arquivo Nacional de Timor-Leste.
    É mãe da Carolina e do Simão.
    Tem muitas saudades de Palmela e, em breve, regressará à «terra»!

    Maria Teresa Rosendo nasceu em Setúbal, em 1966. Sempre gostou muito de andar na escola e de estudar e, no 7.º ano de escolaridade, decidiu licenciar-se em História, o que fez entre 1984-88. Viveu em Luanda durante a Guerra Colonial, facto que a marcou. Em 1987, por mero acaso, descobriu que existia uma área de trabalho da Câmara Municipal de Palmela no Pinhal Novo: os Serviços Socioculturais. Aí, trabalhou três anos nas áreas da Educação e do Museu Municipal, o que a marcou decisivamente a sua vida profissional, no que concerne a metodologias de trabalho em equipa.
    Profissionalizou-se em Ensino da História, e leccionou vários anos em Portugal e em França.
    É pós-graduada em Museologia e em Administração e Desenvolvimento Local e Regional. Tem também formação em Bibliotecas, Arquivos e Documentação.
    Foi Chefe de Divisão de Património Cultural no município de Palmela, entre 2000 e 2013, área que coordena desde 2014. No Museu Municipal, desenvolve acções de investigação, museologia/museografia e supervisão de serviço educativo, dedicando – do ponto de vista da investigação – particular interesse à História da Erradicação da Malária em Portugal, a partir do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura, à história dos Caminhos de Ferro e à vida de Hermenegildo Capelo, além da gestão e investigação de alguns imóveis do Património Histórico Edificado do concelho de Palmela.
    Aliar viagem, educação, leitura e museus/património(s), de forma entrecruzada, continua a ser interesse maior no seu percurso profissional.

    Michelle Teixeira Santos nasceu no Canadá em 1979. Em 1984, vem para Portugal, para perto do mar (de quem tem saudades) e cresce na cidade de Ílhavo.
    No ouvido guarda sempre o som da música de Zeca Afonso «Canção de Embalar», que a mãe cantarolava noite, após noite. Talvez por isso, procure todos os dias a Estrela d’Alva e, se ela não vier de madrugada, acredita que outra a virá render na noite escura.
    Licenciada em Arqueologia, estudou em Coimbra (cidade que não esquece) e trabalha no Museu Municipal de Palmela. É feliz, porque faz aquilo que mais gosta. A arqueologia é uma paixão para toda a vida!
    Desde pequena que perguntava sempre o porquê das coisas. Hoje continua inquieta, sempre com vontade de saber a origem das coisas e de conhecer o Homem, o seu percurso, os seus comportamentos, as suas estórias. É isto que faz todos os dias, tentar saber, para depois dar a conhecer aos que a rodeiam.

    Sandra Abreu (Silva) nasceu em Alhos Vedros, em 1977, num dia solarengo de Outono. Adora os tons dourados da natureza, sendo esta a sua estação do ano favorita. Em pequena dizia que seria professora primária porque se sentia feliz na escola. Fazer amigos, conhecer novas pessoas, aprender diariamente e abraçar desafios são estímulos positivos para abraçar a vida com um sorriso.
    Curiosa, adepta de viagens e itinerância, adora saber sempre mais e abraçar novos desafios. Licenciou-se em Animação Sociocultural e frequentou o mestrado em Gestão Cultural na Universidade Livre de Bruxelas. Já viveu na Bélgica, na Alemanha e em Inglaterra. Mas é em Palmela que está verdadeiramente em casa. São as coisas mais simples que a fazem sorrir. Continua apaixonada pelo contexto escolar porque acredita que é na escola que se abrem as primeiras janelas para olhar o mundo.
    Gosta de inspirar pessoas. Adora o mar, a serra e o céu azul de Portugal.

    Teresa Sampaio nasceu em Setúbal, em 1976, mas desde sempre que diz, com a maior das convicções: «sou palmeloa». Foi aqui que deixou que as suas raízes se fixassem, muito a partir das memórias de infância quando o avô, palmelão, a transportava às cavalitas pelas ruas de calçada. Recorda, com saudade, tempos em que as ruas se enchiam de gente: mulheres de sacos na mão com as compras do dia, a conversar a cada esquina; crianças que brincavam e jogavam em cada espaço, dando-lhe vida. Talvez por isso se tenha licenciado em Antropologia e feito o Mestrado em «Patrimónios e Identidades». Porque onde há gente, há vida cheia de significados por compreender.

    Zélia de Sousa nasceu em 1964, em São Bartolomeu de Messines, mas vive e trabalha entre Pinhal Novo e Palmela. Do sul guarda as memórias da serra algarvia, o aroma das estevas e as praias desertas em pleno verão. Em Pinhal Novo, no início dos anos 70, encontra uma calma e familiar aldeia de ferroviários com forte ligação de proximidade às grandes cidades. Por gostar de visitar museus, seguiu o curso de História da Arte e assim chega ao Museu Municipal de Palmela, onde tem o privilégio de conhecer Pessoas e fazer uma aprendizagem diária de saberes e afectos, como neste «Pé ante pé… descobre o que a vila é».

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    JULHO  - Maleta pedagógica "Gigantes, cabeçudos e outras coisas do arco da velha..."

    «Gigantes, cabeçudos e outras coisas do arco-da-velha», apela ao inusitado.

    É um recurso que nasceu do cruzamento do Museu Municipal de Palmela e do Festival Internacional de Gigantes (FIG), e verdadeiramente contaminado por Alberto Pereira.

     

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    Tendo como mote as manifestações performativas que, em espaço rua, exibem a grandeza disforme de gigantes, cabeçudos e outras figuras desproporcionadas, tem como objetivo dar pistas para o entendimento deste desejo do homem e da mulher, em estar em contacto com um outro mundo desconforme, num processo de procura de ordem para o mundo que habita. Composto por três documentos: livro, álbum e caderno de atividades, pretende, sobretudo, motivar para a criação deste inusitado, para que a relação entre estes dois mundos se mantenha e fortaleça.

     

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    As Autoras

    Ana Gabriela Pereira nasceu em Setúbal, em 1977. Estudou Ilustração e BD no Ar.Co e, pessoalmente, considera-se uma «imaginheira» no sentido em que a imagem faz parte do seu vocabulário escrito e vice-versa; tem por hábito fazer shuffle fotográfico e entrevistas pelas ruas para conhecer o que as pessoas têm dentro. Vive no princípio do prazer para relacionar estas vivências e criar sinergias à volta das mesmas. Encara os dias, de preferência sem filtros, de bagagem «vazia» para ter oportunidade de complementar e aprender um pouco mais.

    Maria Teresa Rosendo nasceu em Setúbal, em 1966. Sempre gostou muito de andar na escola e de estudar e, no 7.º ano de escolaridade, decidiu licenciar-se em História, o que fez entre 1984-88. Viveu em Luanda durante a Guerra Colonial, facto que a marcou. Em 1987, por mero acaso, descobriu que existia uma área de trabalho da Câmara Municipal de Palmela no Pinhal Novo: os Serviços Socioculturais. Aí, trabalhou três anos nas áreas da Educação e do Museu Municipal, o que a marcou decisivamente a sua vida profissional, no que concerne a metodologias de trabalho em equipa.
    Profissionalizou-se em Ensino da História, e leccionou vários anos em Portugal e em França.
    É pós-graduada em Museologia e em Administração e Desenvolvimento Local e Regional. Tem também formação em Bibliotecas, Arquivos e Documentação.
    Foi Chefe de Divisão de Património Cultural no município de Palmela, entre 2000 e 2013, área que coordena desde 2014. No Museu Municipal, desenvolve acções de investigação, museologia/museografia e supervisão de serviço educativo, dedicando – do ponto de vista da investigação – particular interesse à História da Erradicação da Malária em Portugal, a partir do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura, à história dos Caminhos de Ferro e à vida de Hermenegildo Capelo, além da gestão e investigação de alguns imóveis do Património Histórico Edificado do concelho de Palmela.
    Aliar viagem, educação, leitura e museus/património(s), de forma entrecruzada, continua a ser interesse maior no seu percurso profissional.

    Sandra Abreu (Silva) nasceu em Alhos Vedros, em 1977, num dia solarengo de Outono. Adora os tons dourados da natureza, sendo esta a sua estação do ano favorita. Em pequena dizia que seria professora primária porque se sentia feliz na escola. Fazer amigos, conhecer novas pessoas, aprender diariamente e abraçar desafios são estímulos positivos para abraçar a vida com um sorriso.
    Curiosa, adepta de viagens e itinerância, adora saber sempre mais e abraçar novos desafios. Licenciou-se em Animação Sociocultural e frequentou o mestrado em Gestão Cultural na Universidade Livre de Bruxelas. Já viveu na Bélgica, na Alemanha e em Inglaterra. Mas é em Palmela que está verdadeiramente em casa. São as coisas mais simples que a fazem sorrir. Continua apaixonada pelo contexto escolar porque acredita que é na escola que se abrem as primeiras janelas para olhar o mundo.
    Gosta de inspirar pessoas. Adora o mar, a serra e o céu azul de Portugal.

    Teresa Sampaio nasceu em Setúbal, em 1976. Licenciou-se em Antropologia e com Mestrado em «Patrimónios e Identidades», pelo ISCTE. Guarda na memória encontros pontuais com Gigantes, ainda criança. Ficava apreensiva e na defensiva perante estas figuras, então, ainda mais descomunais. Quando se tornou grande - mas não gigante -, deixou-se cativar por estas formas habitadas, no seu corpo e no seu devir, de homens e mulheres. Um dia, quer poder ter a oportunidade de vestir um Gigante.
    Trabalhar no Museu Municipal de Palmela dá-lhe a oportunidade de contactar e de contaminar-se de todas estas formas que corporizam a cultura.

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    JUNHO - Maleta pedagógica "Os Caramelos"

    «Os Caramelos», é um recurso pedagógico do Museu Municipal de Palmela que tem como objetivo dar a conhecer parte da história do concelho.

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    E porque a História é composta por muitas histórias, em que cada um de nós é protagonista, fala das muitas pessoas que vieram trabalhar para as grandes Herdades desta região e que aqui foram ficando, tornando esta terra também sua.

    Originários da zona da Beira Litoral, inscreveram a sua marca no território. Cruzaram saberes, tradições, modos de fazer e de viver, o que resultou numa identidade distinta, agora revindicada pela população.

    Este recurso aborda também a arquitetura tradicional, na forma de blocos de barro (adobes) a partir dos quais se erguiam as habitações rurais, à época.

     

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    As Autoras

    Maria Teresa Rosendo nasceu em Setúbal, em 1966. Sempre gostou muito de andar na escola e de estudar e, no 7.º ano de escolaridade, decidiu licenciar-se em História, o que fez entre 1984-88. Viveu em Luanda durante a Guerra Colonial, facto que a marcou. Em 1987, por mero acaso, descobriu que existia uma área de trabalho da Câmara Municipal de Palmela no Pinhal Novo: os Serviços Socioculturais. Aí, trabalhou três anos nas áreas da Educação e do Museu Municipal, o que a marcou decisivamente a sua vida profissional, no que concerne a metodologias de trabalho em equipa.
    Profissionalizou-se em Ensino da História, e leccionou vários anos em Portugal e em França.
    É pós-graduada em Museologia e em Administração e Desenvolvimento Local e Regional. Tem também formação em Bibliotecas, Arquivos e Documentação.
    Foi Chefe de Divisão de Património Cultural no município de Palmela, entre 2000 e 2013, área que coordena desde 2014. No Museu Municipal, desenvolve acções de investigação, museologia/museografia e supervisão de serviço educativo, dedicando – do ponto de vista da investigação – particular interesse à História da Erradicação da Malária em Portugal, a partir do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura, à história dos Caminhos de Ferro e à vida de Hermenegildo Capelo, além da gestão e investigação de alguns imóveis do Património Histórico Edificado do concelho de Palmela.
    Aliar viagem, educação, leitura e museus/património(s), de forma entrecruzada, continua a ser interesse maior no seu percurso profissional.

    Sandra Abreu (Silva) nasceu em Alhos Vedros, em 1977, num dia solarengo de Outono. Adora os tons dourados da natureza, sendo esta a sua estação do ano favorita. Em pequena dizia que seria professora primária porque se sentia feliz na escola. Fazer amigos, conhecer novas pessoas, aprender diariamente e abraçar desafios são estímulos positivos para abraçar a vida com um sorriso.
    Curiosa, adepta de viagens e itinerância, adora saber sempre mais e abraçar novos desafios. Licenciou-se em Animação Sociocultural e frequentou o mestrado em Gestão Cultural na Universidade Livre de Bruxelas. Já viveu na Bélgica, na Alemanha e em Inglaterra. Mas é em Palmela que está verdadeiramente em casa. São as coisas mais simples que a fazem sorrir. Continua apaixonada pelo contexto escolar porque acredita que é na escola que se abrem as primeiras janelas para olhar o mundo.
    Gosta de inspirar pessoas. Adora o mar, a serra e o céu azul de Portugal.

    Teresa Sampaio nasceu em Setúbal, em 1976. Licenciada em Antropologia, pelo ISCTE. Já a trabalhar no Museu Municipal, apaixonou-se por esta gente que veio de longe à procura de melhor vida. Entristeceu-se com os testemunhos que relataram as dificuldades passadas; sorriu ao ouvir falar das memórias felizes. Foi este o motivo que a levou a defender uma tese de mestrado com o nome: «A apropriação do apelativo caramelo na construção identitária de Pinhal Novo».
    Um dia, decidiu escrever uma pequena história infantil para contar ao filho Rafael, que estava prestes a nascer. Chamou-lhe: «Rafael, o menino que se tornou caramelo».

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    MAIO -
    Histórias de encantar, escritas a rimar - história de António J.P. Madeira e ilustração de Maria Manuela Madureira Silva

    Como nasceu o projeto:

    Este projeto nasceu em primeiro lugar duma necessidade de escrever, de preservar histórias que nos encantam, envoltas em lições que nunca ficam velhas, por serem sempre intemporais.

    Tentamos neste projeto e com este nosso primeiro livro recuperar algo que se tem perdido por entre as imagens que muitas das vezes não valem mais que mil palavras.

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    Pessoalmente, as três histórias resultam de “patetices” brincalhonas que costumávamos fazer ao contar aos nossos filhos histórias inventadas por nós, quando esgotámos as conhecidas histórias clássicas como a dos três porquinhos , o Capuchinho vermelho, a bela adormecida, entre outras.
    Como eles sempre adoraram animais, todos esses contos tinham como heróis, os mais diversos bichos.

    Depois… quem em pequeno não sentiu aquela emoção, ao descobrir que o lobo mau era a avozinha ou que a Madrasta da Branca de Neve era uma Bruxa, que o João Ratão de tão curioso e guloso caiu dentro do Caldeirão…

    Tínhamos de ter emoções dessas nas nossas histórias para que elas pudessem a atenção dos pequeninos cativar.

    O rimar, esse faz com que o texto pareça cantar, embalado na voz e nos desenhos feitos por uma mãe que tem dois filhos de encantar.

    Tudo isto para no final, recebemos a maior das recompensas, num sorriso, abraço ou um mesmo num arrepio contente de quem aprendeu algo a brincar. Aprendeu que a língua Portuguesa tem o poder de tudo mudar… até numa simples história de Encantar, Escrita a Rimar.

    A solidariedade vem pela mão da realidade. A de ter um filho com Perturbação no Espetro do Autismo. É em grande parte por ele que escrevo, que a minha humanidade cresceu. Que estendo com humildade as mãos cheias de Palmas para aqueles que tanto de si dão, sofrendo também eles impotentes, os dramas que fazem empobrecer, tornam menor, uma parte da nossa realidade. É para todos eles este livro. Todos aqueles que nasceram diferentes, doentes, pobres mas corajosos. Não estão sós.

    Eternamente apoiaremos as instituições que fazem deste, um mundo melhor. Este livro e tudo o que gira e girará à sua volta, tem como principal missão, a de apoiar a obra meritória do Centro Social da Quinta do Anjo.

    Criado com o intuito de ensinar sem cansar, sem chamar o bocejar dos pequeninos, o livro Histórias de Encantar, Escritas a Rimar, leva os pequenos leitores a envolverem-se em aventuras recheadas de emoção, onde normalmente os heróis são simples e comuns animais, mostrando que não é preciso ter superpoderes para se conseguir tudo vencer.
    Feito quase integralmente em texto rimado, sem que para isso se tenha descurado a simplicidade das palavras, é de fácil leitura e introduz por vezes algumas palavras gradativamente mais elaboradas.

    Neste primeiro volume constituído por três histórias “A grande Aventura do Porquinho Biscoito”, Alfredo, o cão sem Medo” e “O relógio de Dona Cuca” ensinam-se coisas muito importantes.

    Lições como a expressa na eterna frase “Nunca fales com desconhecidos” …pois poderá ser a bruxa dos canaviais com mais uma das suas manhas… ou mesmo “não julgues os outros pelas suas ações sem saberes o porquê delas” …pois deve-se dar sempre o beneficio da dúvida às ações e atitudes com que os outros agem… ou por ultimo “por mais inteligente que sejas, nunca deves os outros descurar” … Ela nunca mais tentou o mundo dominar e governar. Pelo contrário, até tentou integrar-se mais… são introduzidas recorrendo-se a cativantes imagens desenhadas e pintadas à mão.

    Tudo isto porque…
    …um sorriso vale mais com mil palavras…
    …porque as crianças, são sempre o melhor de nós.

    Por último, resta referir o mais importante. Que este é um livro solidário criado com intuito de valorizar a importante obra realizada pelo Centro Social da Quinta do Anjo.
    Patrocinador solidário: Cadeia de Pastelarias Anjo Doce.

    Os Autores:
    António Jorge Pereira Madeira
    Pseudónimo: Jomad’o Sado
    Nasceu em 26 de Abril de 1969 em Setúbal. É Licenciado em Engenharia de Instrumentação e Automação Industrial, tendo nos últimos anos enveredado pelo ramo da Informática, onde sendo autodidata adquiriu competências em programação e administração de Bases de Dados. Trabalhou durante vários anos como consultor e gestor de projetos de TI.
    O escrever é uma paixão antiga, que jazia adormecida e que despertou com força renovada em 2014, após ter sido anteriormente diagnosticado Perturbação no Espetro do Autismo ao seu filho, André. Em Fevereiro desse ano, sob o pseudónimo Jomad’o Sado, que adotou para elogiar a terra e o rio que o viu nascer, e sob a chancela da Chiado Editora, publicou o seu primeiro livro de Poesias, “Prisioneiro em Mim”, com o intuito de ser um livro solidário para com a associação APPDA de Setúbal.
    Em finais de 2014, surge o livro Alva Madrugada, que é o seu primeiro Romance, e que foi escrito em tempo record de dois meses, sob o pseudónimo J. P. Madeira. Meses mais tarde, em colaboração com a Ilustrador M. Silma, publica a versão digital do Livro Infantil, “Histórias de Encantar, Escritas a Rimar. Em paralelo, encontram-se vários outros livros a serem criados / escritos versando desde a Poesia como Jomad’o Sado, até o género de Romance, Aventuras, Suspense, Terror e Comédia, como J.P. Madeira.
    Em paralelo, participou ativamente em algumas Antologias de Poetas Contemporâneos.
    Casado com o seu grande amor da adolescência, Manuela Silva, do qual nasceram dois filhos, elegeu-os aos três como a sua maior fonte de inspiração.

    Maria Manuela Madureira Silva
    Pseudónimos: M. Silma
    Nasceu em 06 de Outubro de 1973 em Maputo – Moçambique, tendo na altura da descolonização regressado a Portugal com os Pais. Desde muito nova que sentiu afinidade com a parte de desenho e Pintura, que seguiu como opção escolar no Secundário. Alguns dos seus trabalhos de modelização e pintura, ainda se encontram expostos nas escolas que frequentou. Embora formada em Engenharia Química, a sua grande paixão continua a acompanhá-la até aos dias de hoje, refletindo-se em especial pela apetência pela Pintura e Ilustração Infantil. Em colaboração com o Autor Jomad'o Sado, idealizou as ilustrações para o Livro "Histórias de Encantar, Escritas a Rimar", editado em Julho 2015. Colaborou também no protótipo da capa do Livro, "Prisioneiro em mim", publicado em Fevereiro de 2014 pela Chiado Editora e idealizou a capa para o Livro "Alva Madrugada", já disponível em edição Digital e em versão impressa.
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    ABRIL - 
    Fantasiarte: memórias, 20 anos


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    A História

    Assinalar os 20 anos de educação pela arte no concelho de Palmela e devolver à comunidade educativa a sua história e a sua memória, como valores patrimoniais construídos em conjunto, foi o objetivo da Publicação “Memória 20 anos de Fantasiarte”.



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    Promover a Educação pela Arte, aspirando desenvolver o sentido estético, estimular a criatividade, o espírito crítico e reflexivo das crianças e jovens e públicos de outras idades é o objetivo deste projeto com 20 anos. Utilizando a arte como instrumento de cidadania, o Fantasiarte estimula e apoia a construção de programas artísticos que fomentem a criatividade e o contacto com diversas capacidades expressivas, bem como, o acesso a diversas linguagens artísticas, vertentes expressivas, experimentação e contacto com criadores. Através da escola e outras entidades educativas os participantes oferecem à comunidade um conjunto de programas artísticos elaborados ao longo do ano e apresentados durante as Festas Fantasiarte. Os programas artísticos são desenvolvidos ao longo do ano com os professores, educadores, animadores e pais/encarregados de educação e com o apoio técnico e logístico da Câmara Municipal de Palmela.

    A memória, contada em imagens e relatos, deram forma ao livro “Memória 20 anos de Fantasiarte”, que apela aos DIREITOS DAS CRIANÇAS à participação plena na vida cultural e artística da comunidade, através dos tempos livres e de atividades recreativas, artísticas e culturais, em condições de igualdade. Ao longo das 52 páginas do livro, o FANTAS assume-se como o protagonista das histórias contadas através das palavras e das expressões de muitas crianças, jovens, professores, educadores e profissionais da Câmara Municipal e da comunidade artística, que revelam e partilham sentires, emoções, memórias e experiências, desde as ideias aos ensaios, culminando nas FESTAS no cineteatro S. João, em Palmela.




    As Autoras

    Maria José Travanca
    , licenciada em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a trabalhar na Câmara Municipal de Palmela desde 1998, integrou a equipa FANTASIARTE em 2009.

    Maria Fernanda Fonseca
    , licenciada em Comunicação Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas, integrou a equipa FANTASIARTE em 2014.
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    JANEIRO - O casamento da Fogaça com o Moscatel de Setúbal – história e ilustração de Carla Susana Costa

     

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    A História / Testemunho do Autor

    A história “O casamento da D. Fogaça de Palmela com o Moscatel de Setúbal” surgiu devido à proposta do Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares do Concelho de Palmela (GTBECP) de desenvolver atividades sobre o tema a fogaça, com o intuito de valorizar a doçaria regional. Como gosto de personificar objetos e animais, pensei “porque não também faze-lo com um doce” e como um bolo deve ser acompanhado de uma bebida considerei que o moscatel seria o “companheiro ideal” devido ao facto de apreciar saborear os dois em conjunto. Ao escrever sobre dois produtos da região de Palmela acreditei ser muito importante referir aspetos da vila, das suas gentes e locais de maior interesse. Ao escrever esta história visei motivar as crianças e adultos para conhecer o seu património regional /gastronómico de forma lúdica e divertida. Pessoalmente devo confesso que deu-me um gozo enorme imaginar o desenrolar dos eventos e desenhar as ilustrações. Espero ter conseguido transmitir um pouco deste divertimento aos leitores.

     

    A Autora

    Carla Costa nasceu em Setúbal, em 1973. Licenciou-se em Ensino, na variante de Português/Inglês, na Escola Superior de Educação de Setúbal. Iniciou a sua atividade profissional em 1996. No ano letivo 1997/98 foi colocada no 1º Ciclo, grupo para o qual também tem habilitação para lecionar, devido à escassez de vagas no ensino no 2º Ciclo. Opta por ficar vinculada ao ensino no 1º Ciclo por se identificar mais com os alunos desta faixa etária. Em março de 2002 foi convidada pela Escola Básica. da Azeda em Setúbal para ser Professora bibliotecária nesse estabelecimento de ensino devido à sua formação na área e gosto pelos livros. Atualmente, leciona no Agrupamento José Maria dos Santos, em Pinhal Novo, nas Escolas Básicas Salgueiro Maia e Zeca Afonso, onde ainda exerce as funções de Professora Bibliotecária e docente de apoio educativo.

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    FEVEREIRO - O cão babão - história de Pedro Miguel Silva e ilustrações de Gisela Lopes

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    A história / testemunho do autor:

    Criada com o objetivo de «alimentar essa coisa tão boa que é sonhar acordado», “A História do Cão Babão” é composta por três personagens – o Cão Babão, que gosta de cozinhar e comer, adora rock´n´roll e sonha ir até Plutão; o Peixe Dourado, guloso por natureza e convicção, gosta de pular, rir e brincar e é licenciado em eletrotecnia pela Universidade das Correntes e Marés; e o Leão Baltazar, rei do Planeta Vértix, que tem uma juba perfeita e trocaria de bom grado o seu reinado por uma carreira de modelo fotográfico. Os três partilham o gosto pela comida, bebida, música e aventura.

    Pelas palavras do autor:
    “O Cão Babão nasceu de um passeio solarengo com a minha filha, em que nos divertimos a inventar rimas sobre cães que acabaram por dar origem a esta história, onde três animais desenvolvem uma improvável amizade e partem rumo a Plutão – que, vai-se a ver, parece um enorme gelado. Uma história em verso que é quase uma canção.”

    Os Autores:

    Pedro Miguel Silva nasceu em Setúbal em 1973 e licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Escreve desde os 17 anos, tem vários trabalhos por publicar, mas agora decidiu avançar para a edição de um livro. Além da literatura, tem uma grande paixão pela música, colaborando ocasionalmente com sítios como o Palco Principal ou a Rua de Baixo, através de reportagens sobre concertos, críticas a discos ou entrevistas a músicos e bandas. Está já a trabalhar noutros projetos que possam dar continuidade à edição deste primeiro livro.

    A escrita é para o autor uma espécie de medicamento contra a rotina, uma forma de dar uso às células pintadas de cinzento e a brincar um pouco com a realidade.
    Actualmente é editor do sitio Deus Me Livro (www.deusmelivro.com), que se dedica a mostrar muito do que de bom se vai fazendo na Literatura e na Música.
    Escreve também sobre desportos esquisitos e que não lembram ao diabo – para além de inventar histórias à volta das capas dos jornais desportivos - na VICE portuguesa (www.vice.com).

     

    Gisela Gomes Craveiro Lopes nasceu em 1971, em Lourenço Marques, tendo tirado o curso de Design Gráfico no IADE. Tem vários trabalhos publicados como freelancer, mas este é o primeiro livro em que participa.

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    MARÇO
     - Comemorar o Dia Mundial da Árvore e da Floresta

    Celebrada internacionalmente no dia 21 de março, a Floresta constitui um fator de suporte da biodiversidade e da sustentabilidade, pela sua capacidade de sequestro de carbono, pelo importante papel na regulação do ciclo da água, como fonte de riqueza e de bem-estar.
     
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    Elaborado em 2014 no âmbito da celebração do Dia Mundial da Floresta (que incluiu um conjunto de diversas iniciativas) apresentam-se 10 razões para protegermos a floresta, realçando impacte positivo da floresta na qualidade de vida humana e no equilíbrio do planeta.

    1. As árvores contribuem para um ambiente mais limpo
    2. A floresta ajuda a regularizar o clima
    3. A floresta gera biodiversidade
    4. A árvore amortece a chuva
    5. A árvore filtra os ventos
    6. As árvores dão-nos frutos
    7. As árvores reduzem a poluição sonora
    8. A árvore dá sombra
    9. As árvores proporcionam-nos madeira e biocombustível
    10. As árvores melhoram a qualidade da nossa vida

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    Vamos Descobrir

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