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Arquitetura Religiosa

  • Antigo Convento da Ordem de Santiago

    Edifício dos finais dos sécs. XVII/XVIII, junto à Igreja de Santiago, foi recuperado nos anos 70 do século XX para ser utilizado como Pousada.

  • Igreja de Santiago

    Localizada dentro da cerca primitiva do Castelo, constitui um notável templo da 2ª metade do séc. XV. Edifício de grande monumentalidade geometrizante, insere-se – pelo seu despojamento formal – na última fase do tardo-gótico.

    O seu interior apresenta três naves, apreciáveis vestígios de decoração azulejar dos sécs. XVII e XVIII. Sob um arcossólio manuelino encontra-se o que se julga ser a arca tumular de D. Jorge (1481-1550), o último mestre da Ordem de Santiago.

    O relógio, datado de 1752, pode ser visitado pelo circuito que conduz à Reserva Visitável “Escultura S. Tiago”, instalada nesta Igreja.

  • Igreja de Santa Maria

    Templo fundado no séc. XII foi a primeira sede paroquial de Palmela, encontrando-se em ruínas desde o terramoto de 1755.

    Na sacristia foi instalado o Gabinete de Estudos sobre a Ordem de Santiago (GEsOS), que integra um Centro de Documentação/Biblioteca especializado em Ordens Militares.

  • Igreja de S. Pedro

    Edifício do séc. XVI, de três naves, revestido interiormente por painéis de azulejos barrocos datados de 1740, representando cenas da vida do orago. Inclui um importante conjunto escultórico e pictórico.

  • Igreja da Misericórdia

    Edifício seiscentista de uma só nave. Teto de madeira de três planos, paredes revestidas a azulejos do séc. XVII e altar-mor de talha joanina. A funcionar contiguamente existia o antigo Hospital da Misericórdia de Palmela.

  • Capela de S. João Baptista

    Da 1ª metade do séc. XVII, a construção foi mandada edificar por Jerónimo de Brito e Melo, comendador de Vera Cruz, bailio de Leça e 25º grão prior de Malta, que a consagrou a S. João Baptista como comprova a inscrição gravada na sua tampa sepulcral.
    Imóvel de grandes dimensões e nave única, na qual se apresenta um notável lambrim de azulejos. Parte do seu património móvel encontra-se na Igreja de S. Pedro. Está classificada como Valor Concelhio pelo Decreto-Lei de 31/12/1997.

  • Capela da Escudeira

    Localizada na vertente a norte da Serra de S. Luís (Vale dos Barris), de invocação a N. ª Senhora da Conceição, data a sua fundação a meados do séc. XVIII.

    Relacionada com este culto mantém-se a romaria anual de Nossa Senhora da Conceição da Escudeira, que tem lugar no fim-de-semana mais próximo à data de 15 de Agosto.

    Observações: Propriedade privada.

  • Capela de S. Gonçalo

    Situada em Cabanas, pequeno templo de romaria, séc. XVI, de planta octogonal e alpendrada hipostila, ligado ao culto da proteção do gado. Foi classificada em 2001 como Imóvel de Interesse Municipal pela Assembleia Municipal de Palmela.

  • Igreja de Nossa Sr.ª da Redenção

    A igreja foi remodelada nos anos 70 do séc. XX.
    Realiza-se nesta igreja a festa de Todos-os-Santos, que invoca a proteção de Nossa Senhora da Redenção – foi realizada pela 1.ª vez a 1 de Novembro de 1756 (um ano após o terramoto). A igreja foi remodelada nos anos 70 do séc. XX.

  • Capela de S. José

     Templo de caráter rural, de grande simplicidade arquitetónica, coerente com a dimensão da localidade ao tempo em que foi construída. Erguida em terreno cedido por José Maria dos Santos, à população de Pinhal Novo, em 1872, a capela foi inicialmente consagrada a Nossa Senhora das Candeias (com festa a 2 de Fevereiro), e só depois a São José. A verba para construção foi obtida por subscrição; a data de início da obra – 1872 – está esculpida no fecho do arco abatido da porta da fachada.


    A primeira missa foi celebrada em 2 de Fevereiro de 1874 pelo pároco de Palmela, Padre António José da Costa. O templo tinha imagens provenientes de várias outras capelas ou igrejas, como da Ermida da Lagoa da Palha, ou da capela de Nossa Senhora do Livramento, de Setúbal. O teto aplicado no edifício era procedente, segundo a tradição, do convento de Brancanes, de Setúbal. Quanto ao retábulo barroco do altar-mor, procede da igreja de Santa Cruz do Barreiro, profanada com a 1.ª República, veio para este templo em 1913; este exemplar de talha barroca apresenta o modelo de um dos retábulos mais eruditos e monumentais de Estilo Nacional, o altar-mor da igreja do antigo Convento de Marvila, em Lisboa, da autoria de José Rodrigues Ramalho (de cerca de 1690) ou o da igreja de Santo António, em Lagos (1718). O sacrário, ladeado por frisos de folhagem, é coerente com o restante retábulo.


    Neste edifício funcionou a primeira Farmácia de Pinhal Novo - chamada Laboratório Pharmacêutico Matos -, de Manuel Godinho de Matos, farmacêutico e empenhado cidadão, que com José Vicente Lopes dos Santos (1875-1957) e outros habitantes locais, estiveram na génese da construção do cemitério de Pinhal Novo e cuja ação cívica conduziu à criação Freguesia local, em 1928, da qual Lopes dos Santos foi primeiro presidente.

    Em 1886, a primeira escola primária local funcionou provisoriamente na sacristia da capela, o que serviu para pressionar o Administrador do Concelho de Setúbal – de 1855 a 1926, o concelho de Palmela esteve integrado no de Setúbal - para criar uma Escola Oficial em Pinhal Novo, o que foi conseguido em 1891.

    No adro reunem-se, no último domingo de Agosto, os círios da romaria ao Santuário de Nossa Senhora da Atalaia.

     

    Bibliografia

    CEBOLA, José Manuel (2007). Capela de São José de Pinhal Novo, “Coleção Origens e Destinos, n.º 9”, Pinhal Novo: Junta de Freguesia

    SERRÃO, Vítor e MECO; José (2007). Palmela Histórico-Artística. Um inventário do Património concelhio, Palmela/Lisboa: C.M.Palmela/Ed. Colibri

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