“365 Dias de Romance com... João Pedro George” assinala Centenário de Luiz Pacheco
No dia 4 de outubro, participe na sessão “365 Dias de Romance com... João Pedro George”, às 16h00, na Biblioteca Municipal de Palmela, com entrada gratuita.
A iniciativa integra as comemorações do Centenário do Nascimento de Luiz Pacheco no concelho e vai proporcionar uma conversa com João Pedro George sobre Luiz Pacheco, a partir da biografia “Puta Que os Pariu!”, da sua autoria. A moderação estará a cargo de Pedro Vieira.
A sessão é organizada pela Câmara Municipal de Palmela, com o apoio da Casa Ermelinda Freitas (ao abrigo do Programa Mecenas de Palmela) e a parceria da Livraria Culsete e do projeto Luiz Pacheco Passeia por Todo o Papel (1925-2025) | CLEPUL. Enquadra-se no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 - Educação de Qualidade. Mais informações 212 336 632 ou bibliotecas@cm-palmela.pt.
João Pedro George
O autor nasceu em Moçambique, em 1972. Licenciou-se em Sociologia, concluiu o Mestrado em Sociologia e Economia Históricas e doutorou-se em Sociologia da Cultura, na Universidade Nova de Lisboa, com uma tese intitulada “Maldição e consagração no meio literário português: o caso de Luiz Pacheco”.
Foi professor no Departamento de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa entre 1998 e 2014, onde lecionou cadeiras como Sociologia da Cultura e Sociologia da Literatura.
É autor de obras como, entre outras: “O Meio Literário Português: Prémios Literários, Escritores e Acontecimentos (1960-1999)”, “Não é Fácil Dizer Bem. Críticas, Obsessões e Outras Ficções”, “Puta Que os Pariu! A Biografia de Luiz Pacheco”, “O Que é Um Escritor Maldito? Estudo de Sociologia da Literatura”, “Chatear o Camões. Inquérito à Vida Cultural Portuguesa”, “O Super-Camões. Biografia de Fernando Pessoa”, “O Império às Costas. Retornados, Racismo e Pós-Colonialismo” e “O Cemitério do Elefante Branco. Retornados e Ficções do Império Português”.
É investigador associado do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI), da Universidade Nova de Lisboa, onde concluiu um Pós-doutoramento em História, intitulado “Descolonização e Democratização em Portugal: O Caso dos Retornados”.
Colaborou no semanário O Independente, entre 1998 e 2006, e foi cronista da revista Sábado, de 2018 a 2022. Vive exclusivamente da escrita.