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Formação para a Comunidade

 

“A biblioteca pública – porta de acesso local ao conhecimento – fornece as condições básicas para a aprendizagem ao longo da vida, para uma tomada de decisão independente e para o desenvolvimento cultural dos indivíduos e dos grupos sociais.” Manifesto IFLA / UNESCO sobre Bibliotecas Públicas, 1994.

No âmbito da intervenção local, a Formação para a Comunidade poderá ser motor das diversas literacias ao longo da vida, para e com todos, sendo que, a programação de ações formativas estão enquadradas num regulamento que pressupõe:

“É competência da Biblioteca elaborar e gerir um plano de formação regular dirigido à comunidade local, o qual promova o reforço das qualificações pessoais e profissionais da população do concelho, em parceria e complemento com as entidades acreditadas para o efeito.”

[In: alínea o) do ponto 2.2, art.º 19, do Despacho n.º 4687/2016, publicado na 2ª série do Diário da República, n.º 66, a 5 de abril. (Publicação da alteração ao Regulamento da estrutura orgânica flexível da Câmara Municipal de Palmela).


Os âmbitos de intervenção são abrangentes e têm como objetivo promover o reforço das qualificações pessoais e profissionais da população do concelho, tendo a Câmara Municipal de Palmela vindo a desenvolver desde 2007, em conjunto com pessoas ou entidades acreditadas para o efeito, a área da Formação para a Comunidade.

ODS pt (3)

Em termos globais, as questões prementes estão contidas nos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Sendo as bibliotecas  instituições-chave para os alcançar, procuramos programar as tendências formativas para responder às motivações e propostas que possam surgir pelas comunidades e que podem situar-se na educação e formação formal e não formal.

Saiba mais aqui.

Ao longo dos últimos anos, a IFLA (Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias) tem participado activamente na criação da Agenda UN 2030, defendendo a inclusão do acesso à informação, à salvaguarda do património cultural, à alfabetização universal e o acesso às tecnologias da informação e da comunicação (TIC), entre outras. Ao desenvolver as literacias, as bibliotecas permitem que pessoas de todas as idades aprendam e melhorem as suas vidas. Quando se potenciam os recursos existentes, humanos, físicos, tecnológicos, sociais, as bibliotecas podem apoiar os ODS, actuando como agentes de mudança ao nível local, com resposta às necessidades sociais, educacionais, cívicas e económicas dos seus utilizadores.

Na missão e objectivos das Bibliotecas Públicas, inscrevem-se os direitos humanos de:

  • Acesso e compreensão do mundo de informação que vivemos, assim como de potenciar os recursos disponíveis, nomeadamente das comunidade locais;
  • Desenvolvimento pessoal, nomeadamente na exploração de novos interesses de forma criativa e recreativa;
  • Encontro de todos dos grupos da comunidade, sem distinção de idade ou de condições físicas, económicas ou sociais, tendo especial responsabilidade na satisfação das necessidades das crianças e jovens, considerando o percurso natural da educação ao longo da vida;
  • Fomento das actividades sociais e culturais positivas, que apoiem os interesses das comunidades para os fins de pesquisa, educação ou recreação em termos informais.

Estes são os direitos generalistas que fundamentam a estratégia da Formação para a Comunidade e que procura potenciar os recursos locais, bem como parcerias de continuidade numa relação de bolsa de recursos.

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