Condições meteorológicas adversas - 19 e 20 março
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para os próximos dias, um agravamento da situação meteorológica em Portugal continental devido à depressão MARTINHO, com precipitação por vezes forte persistente, vento e agitação marítima, destacando-se:
– Precipitação, por vezes forte e persistente, podendo ser de granizo e acompanhada de trovoada, em especial nas regiões do litoral Centro e Sul;
– Vento forte, com rajadas até 75km/h na generalidade do território, podendo atingir os 120km/h nas terras altas. Condições favoráveis à ocorrência de fenómenos extremos de vento, sobretudo nas regiões Centro e Sul.
O Aviso Amarelo (00h00 às 11h59 de dia 19) passará a Aviso Laranja (das 12h00 de dia 19 às 23h59 de dia 20).
MEDIDAS PREVENTIVAS
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas preventivas para estas situações, nomeadamente:
– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tomando especial atenção à eventual acumulação de neve e/ou formação de lençóis de água nas vias rodoviárias; – Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
– Retirar das zonas confinantes das linhas de água, normalmente inundáveis, animais, equipamentos agrícolas e industriais, veículos e/ou outros bens para locais seguros;
– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.